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Para se entender melhor os peixes do Litoral Norte e seus hábitos, ajuda muito conhecer suas características: vertebrados aquáticos, providos de nadadeiras, que respiram por brânquias. Sua forma tem relação direta com a propulsão no ambiente marinho, tendendo para o fusiforme, para conseguir mais velocidade, como no caso da cavala, exemplo de hidrodinâmica perfeita. Os peixes bentônicos vivem enterrados no fundo e são achatados, como os linguados. Predadores possuem corpo grosso e maciço, como meros e garoupas. Outros, bons nadadores de fundo, desenvolvem um corpo alongado, como as moréias.

Anchova

De fome insaciável, as anchovas atacam cardumes de sardinhas. Nadam à superfície, com agilidade. Formam grandes cardumes, freqüentando sempre os mesmos lugares. Muitos pescadores de linha tradicionais do Litoral Norte especializam-se nas anchovas. Têm peso entre 5 e 6 kg, no máximo 1,2 m e coloração azul-esverdeada.

Cação

Cações e raias possuem esqueleto cartilaginoso, pele espessa e áspera, dentes que podem ser constantemente trocados, e são carnívoros. Enxergam mal. Desprovidos de bexiga natatória, precisam manter-se em movimento para não afundar. O cação-limão alimenta-se principalmente de peixes. Raramente chega a mais de três metros. A carne é apreciada, e a galha valorizada pelo paladar delicado, entre os orientais. Pode ser frito ou ensopado. O galha-preta forma cardume, sendo um dos mais abundantes no litoral de São Paulo. Não passa, normalmente, dos três metros.

Espada

Os maiores, de dentes arreganhados, atingem 1,7 m. Prateados, os espadas nadam na superfície, formam grandes cardumes e alimentam-se de pequenos peixes. De carne boa, são muito apreciados pelos pescadores amadores, que lotam o píer de llhabela para pegá-los.

Sargento

Também conhecidos como parus ou borboletas. Os sargentos verdadeiros são pretos, com arcos amarelos e reflexos azulados. Raspam vegetais e pequenos animais das pedras. A carne não é boa para comer, e perdem a coloração quando saem do mar. De movimentos majestosos, dão um verdadeiro show para os mergulhadores.

Galo

De aparência inconfundível, os galos são reconhecidos pela forma achatada e cabeça alta. Vivem em águas abertas, mas aproximam-se das praias de areia da costa. Apreciados pelos pescadores de linha, lutam quando fisgados, prancheando de lado para conseguir maior resistência contra a puxada.

Garoupa

Chernes e garoupas são vorazes e desajeitados. As duas espécies vivem em fundos de pedra. Atingindo até 400 kg, o cherne é acinzentado, de cabeça comprida, e tem a nadadeira dividida em duas seções. Difere do Mero, também gigantesco, que tende ao esverdeado, com manchas. As garoupas mesmo são avermelhadas, valorizadas por gourmets, pela carne delicada.

Linguado

Os linguados impressionam. Chatos, de olhos deslocados, parecem um erro de design. Mas vivem bem adaptados aos fundos de areia, onde nadam em paralelo. A carne excelente faz com que alcancem alta cotação. São conhecidos, conforme a espécie, por lixa, rodovalho, solha e tapa. Com ele se prepara o Belle Meunière.

Namorado

Embora cheguem a um metro, os namorados costumam medir cerca de 50 cm. De corpo robusto e alongado, vivem em águas profundas com fundo de areia, alimentando-se preferencialmente de invertebrados. Distinguem-se dos batatas pelas pintas brancas no dorso e coloração puxando para o marrom.

Olho-de-boi

Apreciados pelos orientais, que os conhecem como buri, servem para o preparo de sushis e sashimis. Grandes, com até 1,2 m e 25 kg, alimentam-se de sardinhas, lulas e camarões. Quando novos, formam cardumes. Na idade adulta, andam solitários ou em grupos de no máximo dez.

Pargo

Os mais apreciados pesam entre 1 kg e 2 kg. Para os japoneses são uma iguaria, no sashimi. "Podre, porém pargo", diz um ditado oriental. Vivem em grandes cardumes, afastados da costa.

Pescada

Amarela, verdadeira, cambucu, banana, pescadinha, maria-mole, foguete e goete ou boca-torta são as mais comuns, entre as pescadas. De carne excelente, dão um filé muito apreciado. Vivem em águas relativamente rasas, alimentando-se de pequenos peixes. Sua importância econômica é enorme, para os pescadores artesanais de Paraty a Bertioga. A corvina, "pescada de pobre", também dá bom filé.

Robalo

Embora possam pesar até 30 kg, os mais saborosos ficam em torno de 5 kg. Apresentam a mandíbula inferior projetada para a frente. Há seis espécies muito parecidas, no Brasil. Velozes, os robalos freqüentam águas próximas a baías, como a de Paraty, enseadas e mangues. Costumam subir os rios para desovar. Servem para assar e grelhar.

Sardinha

O conceito de peixe de primeira, arbitrário, não tem nada a ver com qualidade. Custam mais os difíceis de pescar, com menos espinhos, tamanho grande e raros. A pequena e abundante sardinha, portanto, é barata apesar de deliciosa. E voltou a nadar em cardumes numerosos pelo litoral norte. Nada que se compare à fartura de trinta anos atrás, quando era praticamente gratuita no cais do porto de qualquer cidade. A sardinha verdadeira, ou Sardinella aurita, vive no Atlântico e Mediterrâneo. Existem outras espécies, como a savelha, cascuda e da laje. Pertence a esta ordem a pequena manjuba, de corpo quase transparente, e uma lista prateada de ponta a ponta. Frita, é servida como tira-gosto nos quiosques à beira mar.

Tainha

Os mugilídeos são a família das tainhas e paratis. As tainhas brasileiras ocorrem em toda a costa, migrando conforme a época do ano. Passam peia região entre os meses de maio e agosto. Nadam na superfície e não são fisgadas em anzol. Entram na água doce para fazer a postura. As maiores chegam a pesar 10 kg, mas os exemplares típicos variam entre 1 kg e 4 kg.
Os paratis, bem menores, têm linhas mais esbeltas.

Xaréu

Preferem costões rochosos das ilhas oceânicas, e atingem até 25 kg. Nas migrações, aproximam-se do litoral, nadando contra a correnteza em pequenas profundidades. Há também o xaréu preto, o xarelete e a guarajuba. O xarelete azul costuma acompanhar peixes maiores, e até mergulhadores.

 




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